Dificuldades superadas

"Sempre me senti professor, sempre gostei de ensinar"

Marcelo descobriu no Claretiano que poderia concluir uma nova graduação e fazer o que sempre quis.

Mais uma vez estamos aqui para contar uma nova história de enorme dedicação, empenho e consideração com aquilo que se preza.

Por amor ao ensinamento, Marcelo Correia de Magalhães se inscreveu no Programa Especial de Formação Pedagógica de Docentes – R2 do Claretiano – Centro Universitário, que é destinado a candidatos que possuem diplomas de cursos de bacharelado e tecnólogo, mas que tenham interesse em receber o certificado de licenciatura na área pretendida.

E para registrar essa trajetória no Claretiano, Marcelo, apaixonado pela Biologia e pela educação, deixa aqui seu depoimento:

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“É com imenso prazer que destino parte do meu tempo para falar da minha felicidade em realizar um curso no Claretiano. Sou graduado em Zootecnia, mas sempre me senti professor, sempre gostei de ensinar. Na verdade, acho que isto está mesmo no sangue, no DNA. Fiz a primeira graduação e gostei muito, principalmente da parte de biológicas, e então fiquei sabendo que no Claretiano – Centro Universitário tinha o Programa de Formação Pedagógica - R2.

Logo vi que poderia concluir outra graduação em menos tempo e poderia fazer legalmente o que sempre gostei de fazer. Confesso que senti certo receio de fazer um curso à distância, sempre achei que esta era uma forma fácil de adquirir um diploma. Também sabia das dificuldades... Eu morava a 80 quilômetros do polo de Rondonópolis, em uma comunidade rural, foi ali que tive o privilégio de lecionar nas áreas que mais gosto. Era um lugar distante e isolado, e a internet não funcionava muito bem. Foi aí que comecei a ver a educação à distância com outros olhos, pois pude perceber sua capacidade de levar instantaneamente ao mundo as novidades e tecnologias mais recentes.

Por estes e muitos outros motivos só tenho a agradecer ao Claretiano, polo de Rondonópolis, e a esta modalidade de ensino que me permitiu concluir um curso mesmo morando tão longe e com tanta escassez de tecnologias. Mas não foi uma permissão fácil, pois os trabalhos e provas tinham certo nível de complexidade e ao final de cada avaliação era um alívio e uma pressão: alívio de ter terminado os trabalhos e pressão até as notas saírem. Mas tudo que acontecia servia de estímulo, a nota baixa era um estímulo para estudar mais e a nota alta um estímulo para continuar lutando até o fim do curso.

Também não posso me esquecer das pessoas que me deram toda a força necessária nesta época. Além do supervisor do polo de Rondonópolis, que me deu muito apoio no decorrer do curso, meus colegas de trabalho foram essenciais, principalmente as meninas da Pedagogia e de História, pessoas com quem compartilhei muitas experiências e sofrimentos.”

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